Homem foi encontrado morto no local | Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um homem foi morto a tiros na BR-101, a cerca de 100 metros do bairro Palmito, em Jaguaré, no início da tarde dessa terça-feira (02). Policiais militares foram acionados para atender a ocorrência de homicídio no trecho.
Quando a equipe chegou ao local, uma ambulância da Ecovias já atendia a vítima e confirmou o óbito por disparos de arma de fogo. No bolso do homem, que estava em uma bicicleta, foram encontradas duas buchas de maconha.
A perícia foi acionada. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Jaguaré e que, por enquanto, detalhes da apuração não serão divulgados.
O corpo foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML), da Polícia Científica, em Linhares, para ser necropsiado e, posteriormente, liberado para os familiares.
Festival Maior Moqueca do Mundo, em Conceição da Barra. Foto: Smilei Duques
A cidade de Conceição da Barra, no Litoral Norte do Espírito Santo, se prepara para receber a 8ª edição do Festival da Maior Moqueca do Mundo entre os dias 3 e 7 de junho. O evento acontece no tradicional cais do município.
A programação de cinco dias reúne gastronomia, turismo, música e manifestações culturais capixabas. O grande destaque é a preparação da tradicional maior moqueca do mundo, comandada pelo chef Roberto Malacarne, proprietário do restaurante Casarão, junto com chefs convidados e cozinheiros locais.
Durante o festival, moquecas em mais de 1.100 panelas de barro serão servidas ao público, acompanhadas de arroz e pirão. Cada panela serve até duas pessoas.
“Estamos preparando a maior edição da história do festival, com uma programação pensada para valorizar a cultura capixaba, fortalecer o turismo e movimentar a economia local”, afirma Roberto Malacarne.
A porção para duas pessoas com arroz, pirão e moqueca, na panela de barro de Goiabeiras – que é brinde – vai sair por R$ 100.
Ingredientes da maior moqueca
Para preparar a maior moqueca do mundo serão utilizados 600 quilos de peixe, 300 quilos de tomate, 200 quilos de cebola e 250 maços de tempero verde. A receita inclui ainda 30 litros de óleo de urucum, 30 litros de azeite de oliva, 50 quilos de farinha, 80 quilos de arroz e 15 quilos de alho descascado.
O evento conta com dezenas de barracas gastronômicas oferecendo pratos à base de frutos do mar e sabores típicos da culinária barrense. Entre as opções estão pastel de moqueca de camarão, camarão à parmegiana, bolinho de moqueca, acarajé com moquequinha de caranguejo e beiju do Sapê do Norte.
Moqueca de cação com camarão, bolinho de moqueca de peixe, empada de moquequinha de camarão e churros com moquequinha de camarão são alguns dos pratos que serão vendidos na 8ª edição do Festival da Maior Moqueca do Mundo. Fotos: Smilei Duques.
Programação musical e cultural
A programação musical inclui artistas como Ty Henry, Rafael Bidu, Parmenio, Cadu Caruzo e a tradicional Bandinha Pôr do Sol. O festival também terá apresentações do Grupo Folclórico Jongo de Santana e a coroação da Miss Conceição da Barra, Alana Carneiro.
Os shows começam na quarta-feira (3) com sarau de poesia e Tim Cruz. No sábado e domingo, a preparação da moqueca se inicia às 9h, com previsão de servir o prato às 11h.
8º Festival da Maior Moqueca do Mundo
Data: 3 a 7 de junho Local: Cais de Conceição da Barra Veja as informações completas no Instagram @maiormoquecadomundo Venda antecipada da moqueca aqui
De um lado, produtos livres do novo tarifaço. Do outro, itens ainda ameaçados. ES precisa encontrar soluções para ameaças da cadeia produtiva. Crédito: Ilustração feita com IA
O novo movimento dos Estados Unidos contra produtos brasileiros não recoloca toda a pauta exportadora do Espírito Santo na mesma zona de perigo. O desenho é mais seletivo. E, justamente por isso, exige uma leitura mais fria. Café, pimenta, gengibre, mamão, celulose e minério respiram melhor. Ao mesmo tempo, rochas ornamentais, pescados, café solúvel e aço continuam sob pressão. O problema deixou de ser apenas o tamanho do tarifaço e passou a ser a exposição específica de cada cadeia.
A proposta do Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês) de aplicar um tarifaço adicional de 25% sobre parte das importações brasileiras tem exceções relevantes. Nesse sentido, isso reduz o impacto sobre produtos estratégicos para a economia americana e também para o Espírito Santo. No entanto, a lista não elimina o risco. Ela apenas desloca o centro da preocupação.
O setor de rochas naturais é o exemplo mais claro. Uma parte da pauta foi protegida, porém granitos, mármores, ardósias bem como outros materiais seguem potencialmente expostos ao tarifaço.
Veja o risco do tarifaço para cada produto do ES:
Produto capixaba
Situação com as novas medidas dos EUA
Rochas ornamentais trabalhadas
Maior risco imediato. O código HTSUS 6802.99.00 aparece entre as exceções do tarifaço, no entanto granitos, mármores, ardósias e outros materiais podem ficar fora.
Pescados
Risco elevado. Não aparecem com clareza nas exceções e podem sofrer impacto direto da tarifa adicional.
Café solúvel
Risco moderado a alto. Café em grão e vários derivados têm proteção, mas parte do café instantâneo exige análise por código tarifário.
Aço e semimanufaturados de ferro e aço
Risco estrutural. O setor segue submetido à política americana específica para metais, porém fora da lógica comum das exceções brasileiras.
Café em grão
Risco menor no momento. Está entre os produtos protegidos nas exceções do tarifaço.
Pimenta-do-reino
Risco menor. Aparece entre as exceções.
Gengibre
Risco menor. O produto aparece entre as exceções.
Mamão
Risco menor. Também aparece entre os itens preservados do tarifaço.
Celulose
Risco menor. A pauta de polpa química de madeira foi contemplada nas exceções.
Minério de ferro
Risco menor. Está na lista de exceções.
Petróleo bruto
Risco menor. Energia foi tratada como item estratégico preservado do tarifaço.
Há ainda uma segunda camada de incerteza. Além da proposta de tarifaço adicional de 25% sobre parte dos produtos brasileiros, os Estados Unidos também abriram uma frente global relacionada a trabalho forçado. E possibilidade de cobrança extra de até 12,5% para países sem regras consideradas suficientes de restrição a esse tipo de importação. E, nesse sentido, o Brasil está incluído.
Para o Espírito Santo, esse ponto ainda exige cautela, porque o impacto dependerá do enquadramento final por produto, código tarifário e eventuais exceções. Na prática, ele amplia o risco para cadeias que já estão na zona cinzenta do tarifaço, como rochas, pescados, café solúvel e manufaturados industriais.
Findes prega diálogo sobre tarifaço
A Findes colocou o tarifaço no ponto certo ao defender diálogo técnico e cooperação institucional. O dado mais pesado está no comunicado da entidade. No primeiro quadrimestre de 2026, o Espírito Santo exportou US$ 752,82 milhões (R$ R$ 3,8 bilhões) para os Estados Unidos, o equivalente a 24,32% das vendas externas capixabas.
Com apenas 8 anos de idade, o jovem piloto Gabriel Carrasco Bichi, morador de Nova Venécia, no Norte do Espírito Santo, vem chamando a atenção no cenário esportivo por sua determinação, talento e resultados expressivos nas pistas. O menino, que começou sua história sobre duas rodas ainda muito pequeno, já disputa importantes campeonatos estaduais e nacionais, enfrentando competidores experientes de várias regiões do Brasil.
A paixão pelos motores surgiu cedo. Aos 2 anos de idade, Gabriel ganhou seu primeiro veículo motorizado: um quadriciclo elétrico. O presente foi o início de uma trajetória que hoje inspira amantes do motociclismo e mostra que dedicação e amor pelo esporte não têm idade.
Dois anos depois, aos 4 anos, recebeu seu primeiro quadriciclo a gasolina. Já aos 5 anos, ganhou sua primeira motocicleta de duas rodas e passou a acompanhar o pai nas trilhas da região de Nova Venécia, desenvolvendo habilidade, equilíbrio e confiança em terrenos desafiadores.
Primeira competição e evolução rápida
O grande passo aconteceu em outubro de 2025, quando Gabriel, então com apenas 7 anos, participou de sua primeira prova de motocross no tradicional CT Paulinho Cross, em Nova Venécia. A estreia marcou o início de uma nova fase na vida do jovem atleta.
Desde então, o piloto não parou mais. Entre treinos intensos e competições, Gabriel passou a disputar provas nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia, acumulando experiência e demonstrando evolução impressionante em pouco tempo.
Mesmo com menos de um ano competindo oficialmente, o veneciano já enfrenta pilotos de alto nível em campeonatos importantes.
Destaque nos campeonatos estaduais
Atualmente, Gabriel disputa o Campeonato Capixaba de Motocross, competição que reúne pilotos do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. O jovem ocupa a quarta colocação na classificação geral, resultado considerado expressivo para um atleta tão jovem e com apenas oito meses de experiência no motocross competitivo.
Além disso, ele também participa da Copa Extremo Norte, onde aparece na segunda colocação, consolidando seu nome entre os principais talentos da nova geração do motociclismo capixaba.
Primeira experiência em campeonato brasileiro
Entre os dias 29, 30 e 31 de maio, Gabriel encarou um dos maiores desafios de sua carreira até agora: a disputa do Campeonato Brasileiro de Enduro FIM, realizado em Venda Nova do Imigrante, na região serrana do Espírito Santo.
A competição reuniu pilotos de diversas partes do país e exigiu técnica, resistência e concentração dos participantes. Mesmo sendo sua primeira experiência no enduro, modalidade diferente do motocross, Gabriel surpreendeu.
Na categoria Infantil, ele terminou empatado em pontos com o campeão da prova. O título acabou sendo decidido nos critérios de desempate, mas o desempenho do jovem piloto foi amplamente elogiado por competidores, equipes e familiares.
Classificação Geral – Categoria Infantil
1º Renzo Zagotto – 47 pontos 2º Gabriel Carrasco – 47 pontos 3º Murilo Sperotto – 40 pontos 4º Francisco Arize – 36 pontos 5º Arnaldo Colantonio – 16 pontos
Apesar do vice-campeonato na classificação geral, Gabriel teve um motivo especial para comemorar. No Super Test Kids, prova que reúne os melhores pilotos da categoria em uma disputa emocionante, o capixaba conquistou o lugar mais alto do pódio e sagrou-se campeão.
Um futuro promissor sobre duas rodas
O que mais impressiona na trajetória de Gabriel Carrasco é a rapidez com que vem evoluindo. Com apenas oito meses de motocross e participando pela primeira vez de uma prova de enduro, o jovem já demonstra maturidade, técnica e competitividade dignas de atletas muito mais experientes.
A dedicação aos treinamentos, o apoio da família e a paixão pelo esporte têm sido ingredientes fundamentais para o crescimento do piloto de Nova Venécia, que segue construindo sua história com muito talento e determinação.
Enquanto muitos garotos da sua idade ainda estão descobrindo seus hobbies, Gabriel já acelera rumo a um futuro promissor no motociclismo brasileiro, levando o nome de Nova Venécia para as principais competições do país e mostrando que os sonhos, quando cultivados desde cedo, podem ganhar velocidade e transformar-se em grandes conquistas.
Chicago, 1º de junho de 2026. A sessão plenária da American Society of Clinical Oncology —o maior e mais influente congresso de oncologia clínica do planeta— não costuma ser lugar de emoção fácil. Os médicos e pesquisadores que lotam o auditório são treinados para a frieza dos dados, para o ceticismo metodológico, para a cautela diante de qualquer resultado que pareça bom demais.
Quando os números do estudo RASolute 302 apareceram na tela, a plateia se levantou. Em congressos científicos, aplausos de pé já são incomuns. Lágrimas, mais ainda. Naquele auditório, porém, as duas coisas pareciam inevitáveis.
O daraxonrasib não chegou à ASCO como novidade absoluta. Em abril, a empresa americana Revolution Medicines havia divulgado os primeiros resultados: um comprimido tomado uma vez ao dia havia quase dobrado a sobrevida de pacientes com câncer de pâncreas metastático sem resposta à quimioterapia.
Daraxonrasib é um antineoplásico oral — Foto: Adobestock
Um novo padrão foi estabelecido
O estudo RASolute 302 seguiu o padrão mais rigoroso da medicina: um ensaio clínico randomizado de fase 3. Quinhentos pacientes foram divididos por sorteio em dois grupos —nem os médicos nem os pacientes escolheram quem receberia o quê. Um grupo tomou o comprimido; o outro seguiu com a quimioterapia convencional.
Esse formato existe para eliminar vieses e garantir que qualquer diferença nos resultados seja atribuível ao tratamento, não ao acaso. É o tipo de evidência que a medicina exige antes de mudar um protocolo global. Os resultados foram considerados finais —não há análise pendente, não há dado faltando.
Os números:
No grupo de pacientes com a mutação RAS G12 —a mais comum no câncer de pâncreas—, a sobrevida mediana foi de 13,2 meses com o comprimido contra 6,6 meses com a quimioterapia. Sobrevida mediana significa que metade dos pacientes viveu mais do que isso —e metade, menos.
O risco de morte caiu 60%.
O tempo até a doença voltar a avançar também dobrou: 7,3 meses contra 3,5 meses com a quimioterapia.
Os resultados foram praticamente idênticos quando se analisou o grupo total de pacientes, incluindo aqueles sem mutação RAS identificada.
E mais de 31% dos pacientes que tomaram o comprimido tiveram redução mensurável do tumor —contra 11,2% no grupo de quimioterapia.
Um dado, particularmente, chamou atenção dos pesquisadores: apenas 1,2% dos pacientes que usaram daraxonrasib precisaram interromper o tratamento por efeitos colaterais. No grupo de quimioterapia, essa taxa foi de 11,2%.
A conclusão dos pesquisadores, publicada no Journal of Clinical Oncology, foi direta: o daraxonrasib deve se tornar o novo padrão de tratamento para pacientes com câncer de pâncreas metastático em segunda linha.“Raramente celebramos um medicamento com esse perfil: baixa toxicidade, impacto real em sobrevida e um mecanismo inédito para essa doença”, diz ele. “Eram mais de 500 pacientes com câncer de pâncreas avançado, já sem resposta à quimioterapia, avaliados no desenho mais rigoroso da pesquisa clínica —e com sobrevida dobrada em relação ao padrão anterior. O aplauso em pé foi merecido.”
Stefani destaca o peso estatístico dos resultados:
“Os 13 meses são uma mediana —há pacientes que viveram muito além disso. Mais de 30% tiveram redução objetiva da doença, com duração suficiente para ampliar a sobrevida de forma significativa. E o perfil de toxicidade é manejável, o que, numa doença dessa gravidade, não é um detalhe menor.”
Para ele, o resultado ultrapassa o dado clínico.
“O resultado confirma que estamos avançando numa direção que por muito tempo pareceu fechada —a de oferecer sobrevida real a pacientes para os quais, até agora, pouco havia a fazer.”
Por que é tão difícil tratar
Para quem não acompanhou a história desde o começo, vale entender o tamanho do obstáculo que o daraxonrasib superou.
O câncer de pâncreas mata de um jeito particular. Não avisa. Não dá sintomas no começo. Quando é diagnosticado, cerca de 80% dos casos já estão em estágio avançado ou metastático —espalhado para outros órgãos, fora do alcance de cirurgia.
Nos Estados Unidos, aproximadamente 60 mil pessoas recebem o diagnóstico por ano; 50 mil morrem. No Brasil, são 13 mil novos diagnósticos anuais; cerca de 12 mil morrem. A sobrevida em cinco anos, para a forma metastática, é de cerca de 3%. Uma das mais baixas entre todos os cânceres.
A resistência da doença ao tratamento está, em grande parte, numa proteína chamada RAS —um interruptor celular que, quando mutado, trava na posição “ligado” e não para de ordenar às células que cresçam e invadam. Isso acontece em mais de 90% dos tumores pancreáticos.
Durante décadas, pesquisadores tentaram bloquear o RAS. E falharam. A molécula não oferece uma superfície clara onde uma droga possa se fixar —como uma fechadura cujo miolo foi polido até perder os relevos. A chave entra, mas não encontra onde se firmar. O RAS ficou conhecido na literatura médica comoundruggable: intratável.
O daraxonrasib conseguiu chegar lá, e não apenas numa variante da mutação, mas em várias ao mesmo tempo. Para os pacientes do estudo, todos metastáticos e sem mais opções após a quimioterapia, isso fez uma diferença de 6,5 meses a mais de vida, em mediana.
FDA deve aprovar num futuro breve
O próximo passo é a aprovação regulatória. A Revolution Medicines, farmacêutica responsável pelo remédio, confirmou que submeterá os dados à Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) como parte de um pedido formal.
A droga já havia recebido o status de Breakthrough Therapy —uma classificação reservada a medicamentos que demonstram vantagem substancial sobre os tratamentos existentes e que garante análise prioritária—, além de designação de medicamento órfão e seleção para o programa National Priority Voucher, que acelera ainda mais a revisão. O acesso compassional, para casos selecionados sem outras opções, já está autorizado nos Estados Unidos.
Para o Brasil, o horizonte é mais distante. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisaria conduzir seu próprio processo de aprovação. No sistema privado, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) teria ainda que publicar uma diretriz de utilização técnica para que os planos de saúde fossem obrigados a cobrir o medicamento.
No sistema público, o obstáculo é financeiro de partida: o valor pago para tratar um paciente com câncer de pâncreas é de cerca de R$ 1.986, enquanto drogas oncológicas novas custam em média dez mil dólares por mês no mercado americano.
Não há previsão concreta de quando (nem se) esse acesso chegará ao Brasil no curto prazo.
O governo de Donald Trump acusou o Banco Central do Brasil de favorecer o Pix de forma injusta e discriminatória em relação a outros meios de pagamento, numa referência a empresas de cartões de crédito americanas.
As conclusões constam em um documento divulgado na madrugada desta terça-feira (2) pelo USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos), que propôs uma nova tarifa de 25% sobre pro
cluídos da sobretaxa sugerida.
“Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que concorrentes concedam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites tarifários, e o Brasil discrimina fornecedores norte-americanos de serviços de pagamento eletrônico ao conceder essas vantagens exclusivamente ao seu sistema nacional”, diz o documento.
“Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix constituem um ônus ou uma restrição ao comércio dos Estados Unidos, ao impor custos aos prestadores de serviços norte-americanos e ao forçá-los a promover seu concorrente brasileiro sem qualquer compensação”, prossegue o relatório.
A tarifa de 25% é apontada como uma medida corretiva para diversas práticas comerciais brasileiras. A investigação comercial conduzida com base na Seção 301 abrange temas como comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas consideradas “injustas ou preferenciais”, leis anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.
A Seção 301 faz parte da Lei de Comércio dos EUA de 1974 e autoriza o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos a investigar práticas consideradas prejudiciais ao comércio norte-americano.
A legislação permite que o governo dos EUA adote medidas de retaliação, tarifárias ou não tarifárias, contra países acusados de manter práticas consideradas injustificadas ou discriminatórias. China e União Europeia já foram alvo desse instrumento.
Os alvos da investigação vão desde antigas reclamações de Washington, como as tarifas brasileiras sobre a importação de etanol, até o Pix. Empresas americanas de cartão de crédito alegam que o Banco Central concede tratamento preferencial ao sistema de pagamento instantâneo, o que o governo Lula nega.
Em relação ao Pix, o governo Trump afirma que o Banco Central exerce um “duplo papel” de regulador e proprietário/operador do sistema, o que criaria “um conflito de interesses”. Segundo o USTR, a atuação regulatória do BC favorece o meio de pagamento brasileiro e prejudica provedores americanos de serviços de pagamento eletrônico.
O relatório também afirma que o Banco Central incentiva o uso do Pix em detrimento de outros serviços, determina que as instituições participantes ofereçam o sistema gratuitamente para pessoas físicas e limita as tarifas que podem ser cobradas das empresas por transações realizadas por meio da plataforma.
Pacientes e profissionais de saúde receberam um alerta importante nesta terça-feira (2). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão e o recolhimento de nove lotes do medicamento Maleato de Enalapril 20 mg, um dos remédios mais utilizados no tratamento da hipertensão arterial e da insuficiência cardíaca.
A medida foi adotada após a identificação de um erro nas embalagens dos produtos fabricados pela Hipolabor Farmacêutica. Embora os comprimidos sejam de 20 mg, algumas caixas trazem a indicação incorreta de 10 mg na descrição da composição, o que pode causar confusão durante a dispensação e administração do medicamento.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e proíbe a comercialização, distribuição e uso dos lotes afetados até a conclusão do recolhimento.
QUAIS LOTES DE ENALAPRIL FORAM SUSPENSOS?
Segundo a Anvisa, os lotes atingidos pela medida são:
0062/26M
0063/26M
0064/26M
0088/26M
0089/26M
0358/26M
0415/26M
0506/26M
0507/26M
Os produtos foram distribuídos em embalagens destinadas ao uso hospitalar.
O QUE MOTIVOU O RECOLHIMENTO?
De acordo com a fabricante, foi identificado um desvio de qualidade relacionado à embalagem secundária do medicamento.
Quase todo oEspírito Santo está sob alerta amarelo de tempestade emitido peloInstituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso de perigo potencial começou às 8 horas desta terça-feira (2) e segue válido até as 23h59 de quarta-feira (3).
O aviso abrange 75 municípios do território capixaba, deixando de fora apenas alguns municípios do extremo Norte do Estado.
Segundo órgão, há previsão de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros ao longo do dia, além de ventos intensos com velocidades entre 40 e 60 km/h. E possibilidade de queda de granizo, que já caiunesta segunda-feira (1º) em Muniz Freire.
Apesar da classificação indicar baixo risco, o Inmet alerta para a possibilidade de corte de energia elétrica, danos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos pontuais.
Instituto divulga orientações
Diante do alerta de tempestade, o instituto divulgou algumas orientações. Confira, os órgãos:
Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).
Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Já é quase Copa do Mundo! Os jogadores de futebol da Seleção Brasileira compartilharam nas redes sociais a reunião da equipe no embarque rumo aos Estados Unidos para disputar o campeonato mundial. O detalhe é que o uniforme dos atletas chamou a atenção dos internautas e viralizou na web.
Uniforme da Seleção Brasileira em viagem para Copa do Mundo viraliza na web — Foto: Reprodução/Instagram
O visual cinza de nomes como Neymar Jr., Lucas Paquetá, Alisson e Léo Pereira, comandados pelo técnico Carlo Ancelotti, virou meme em comparações inusitadas.
“Todos juntos”, publicou o camisa 10 do Santos em foto mais de 5 milhões de curtidas.
Veja reações:
Uniforme da Selação Brasileira viraliza na web — Foto: Reprodução/X
Uniforme da Seleção Brasileira em viagem para Copa do Mundo viraliza na web — Foto: Reprodução/X
Uniforme da Seleção Brasileira em viagem para Copa do Mundo viraliza na web — Foto: Reprodução/X
João Fonseca é cumprimentado por Casper Ruud após vencê-lo — Foto: Shi Tang/Getty Images
O tênis brasileiro está em festa! Nesta terça-feira, dia 2 de junho, o jovem João Fonseca, de apenas 19 anos, entra em quadra para disputar uma vaga inédita nas semifinais de Roland Garros, na França. Em uma campanha absolutamente histórica no saibro de Paris, o brasileiro enfrentará o tcheco Jakub Mensik pelas quartas de final do Grand Slam.
A Campanha de João Fonseca Atual número 30 do ranking da ATP, Fonseca vem encantando o mundo. O garoto carimbou sua vaga no top 8 após uma vitória espetacular sobre o norueguês Casper Ruud, número 16 do mundo, por 3 sets a 1. Na caminhada até aqui, o “teenager” brasileiro deixou para trás grandes nomes — incluindo uma virada épica sobre a lenda Novak Djokovic nas primeiras rodadas. Com o desempenho, ele já bateu recordes e se aproxima do Top 25 mundial.
O Adversário: Jakub Mensik Do outro lado da rede estará o tcheco Jakub Mensik, de 20 anos e 27º colocado do ranking. Mensik avançou às quartas após derrotar o russo Andrey Rublev. Fonseca e Mensik já se enfrentaram no circuito profissional: o brasileiro levou a melhor por 3 sets a 2 no Next Gen ATP Finals de 2024. Quem vencer este duelo pega o vencedor de Rafael Jódar contra Alexander Zverev na semifinal.
Horário e Onde Assistir ao Vivo O confronto terá status de gala. Será o principal jogo da sessão noturna e acontecerá na quadra central de Paris, a Philippe-Chatrier.
Data: Terça-feira, 2 de junho de 2026.
Horário: Não antes das 15h15 (horário de Brasília).
Onde assistir na TV:ESPN 2 (TV fechada).
Onde assistir no Streaming:Disney+ e Tennis TV.
Prepare a torcida, porque o Brasil pode voltar a ter um semifinalista de Grand Slam em Roland Garros!